Artigo

Flying Nest – Um novo conceito de hotel portátil que pode ser ajustado à procura de hóspedes

Imagine um hotel que pode acompanhar negócios, festivais ou eventos desportivos em quase qualquer parte do mundo.

O grupo hoteleiro francês AccorHotels desenvolveu o Flying Nest, um hotel que pode viajar.

Projetado pelo designer francês Ora-ïto, o novo hotel é composto por contentores revestidos com madeira ecológica.

Cada quarto tem 12 metros quadrados e inclui uma área de estar, casa de banho privada e uma grande varanda panorâmica. Os quartos são conectados por terraços projetados para incentivar a socialização.

Sabia que uma boa foto pode significar um acréscimo de 40% dos rendimentos do seu alojamento local?

Existem algumas etapas essenciais antes de fotografar um apartamento. Limpe bem o local e guarde todos os objetos desnecessários. Faça as camas com roupas de cama limpas e passadas a ferro e dobre as toalhas com bom gosto. Deixe entrar um pouco de luz natural, feche as persianas e as cortinas antes de tirar fotos!

Com base nos números do Airbnb, os proprietários que fazem upload de fotos profissionais dos seus apartamentos podem gerar um rendimento 40% maior do que outros que possuem apartamentos semelhantes na mesma área. Uma boa foto pode significar um acréscimo de 24% de reservas, já que as informações visuais contam muito mais do que uma descrição escrita. Além disso, as fotos de alta qualidade podem aumentar seu preço médio por noite em 26%!

Nómadas digitais e sabáticos constituem uma tendência crescente para 2020

Uma das tendências apontadas pela Rental United para 2020 refere-se ao segmento de mercado dos nómadas digitais e sabáticos cujas plataformas de alojamento já estão a lucrar.

Os nómadas digitais estão a aumentar, pois o trabalho flexível, combinado com a evolução tecnológica, permite que os trabalhadores viajem por mais tempo e se instalem remotamente em países estrangeiros.

Sites como 2ndaddress, spotahome e anyplace estão a aproveitar esta tendência crescente de trabalhadores solteiros que usam o mundo como escritório, bem como de nómadas sabáticos.

Por vezes as famílias que tiram um ano de trabalho/escola (nómadas sabáticos), por uma infinidade de razões, ficam longos períodos em destinos. Essas famílias constituem um nicho com requisitos específicos devido ao aumento da duração da estadia.

Se possui um alojamento local este pode ser mais um nicho de mercado a considerar.

O setor do alojamento local deve prestar atenção às plataformas de nicho

Obviamente que já todos ouviram falar do Airbnb e Booking, pois são as maiores plataformas de viagens online. Ao todo têm listadas mais de 7 milhões de propriedades.

Todavia, alguns sites de menores dimensões estão a surgir adaptando as suas ofertas a grupos específicos de viajantes.

A BringFildo é disso um bom exemplo, dedicando-se apenas a locais que permitem animais de estimação.

Se o seu alojamento local permite animais de estimação pode fazer mais sentido colocar a sua oferta neste site podendo obter com maior facilidade um lugar de topo nas listagens em vez de lutar por esse lugar nas grandes plataformas.

Se tem como objetivo aumentar o marketing mix para alcançar novos clientes e consequentemente aumentar as receitas do seu negócio vale a pena levar a sério os sites de nicho.

A “Taxa” Municipal Turística de Dormida e outras incongruências fiscais

Recordo-me, enquanto estudante, um dos primeiros assuntos abordados na disciplina de direito fiscal: a diferença entre taxa e imposto.

O imposto é uma prestação coativa, pecuniária, definitiva e unilateral, estabelecida por lei, sem caráter de sanção, a favor do Estado, para realização de fins públicos e ainda tendo em conta objetivos de ordem económica e social.

A taxa é uma prestação pecuniária, definitiva, bilateral, cobrada por uma autoridade pública, sem caráter de sanção e destina-se a retribuir, no todo ou em parte, um serviço individualmente prestado por determinados serviços públicos.

A diferença entre imposto e taxa não suscita quaisquer dúvidas. O imposto é uma prestação unilateral enquanto a taxa é uma prestação bilateral, destinando-se a retribui um serviço individualmente prestado por determinados serviços públicos.

Em 2016, a cidade de Lisboa começou a cobrar a taxa turística e, desde então, outras cidades do nosso país seguiram o exemplo.

Sendo uma taxa, tendo em consideração o seu significado, é caso para perguntar: qual é o serviço individual prestado pelos serviços públicos como contrapartida desta prestação pecuniária suportada pelos turistas que pernoitam nalgumas cidades do nosso país?

O serviço de alojamento não é certamente, pois esse não é prestado pelos serviços públicos, é prestado pela iniciativa privada nas suas mais variadas unidades de alojamento.

Respondendo objetivamente à questão formulada é caso para dizer que não há nenhum serviço público associado. Trata-se de um verdadeiro imposto, ao qual decidiu-se chamar taxa.

Não se pense que este é um caso único de incongruência. No âmbito fiscal temos vários. Será que alguém me pode explicar por que motivo as empresas de alojamento local, em zonas de contenção, vão ser sujeitas a uma base tributável superior (imposto sobre o rendimento), só pelo motivo de se encontrarem em zonas de contenção?

Eventualmente, poderão pensar que estas incongruências apenas se encontram no setor do alojamento local. De forma alguma! Certamente, já ouviram falar das taxas de tributação autónoma prevista nos códigos do imposto sobre o rendimento (das pessoas singulares e coletivas).

Ora, ambos códigos, como o próprio nome indicam dizem respeito a impostos sobre o rendimento. Então, como se explica que uma pessoa individual ou coletiva que esteja no regime de contabilidade organizada que não tenha nenhum rendimento e tenha uma viatura ligeira de passageiros pague imposto sobre o rendimento?

Para dificultar a resposta à nossa questão lembro que pagará o dobro (de imposto sobre o rendimento?!) caso tenha prejuízo.

Mas, estamos a tributar o rendimento ou o consumo?

Geralmente, apresenta-se a justificação de que em boa parte das PMEs os sócios/gerentes compram as viaturas em nome da empresa e usufruem dela, também, em termos pessoais. Estou de acordo! Então, e se for um veículo movido exclusivamente a energia elétrica já não é suscetível de ocorrer? Nesse caso é pouco provável usufruírem dela no âmbito pessoal?

De facto, parece-me que alguns conceitos têm vindo a perder o seu verdadeiro significado porque, na realidade, já não importa como se obtém a receita fiscal apenas importa obtê-la!

OE 2020 penaliza alojamento local em zonas de contenção

O Orçamento do Estado para 2020, penaliza os proprietários de unidades de alojamento local em zonas de contenção.

Deste modo a atividade de Alojamento Local, em zona de contenção, no regime simplificado de IRS, os rendimentos deixam de ser considerados para efeitos de tributação à taxa de 35% para serem tributados à taxa de 50%.

De acordo com o Secretário de Estado dos Assunto Fiscais, António Mendonça Mendes, em entrevista à SIC, não há nenhuma penalização do Alojamento Local.

Quando a base de tributação passa de 35% para 50% afirmar que não há nenhuma penalização é uma hipocrisia.

A ALEP, já se pronunciou sobre esta medida considerando-a totalmente arbitrária e discriminatória, afetando o elo mais fraco, ou seja, os pequenos proprietários com 1 ou 2 imóveis das zonas de contenção.

Quanto vale o meu negócio de alojamento local?

Já alguma vez pensou em vender ou comprar um negócio de alojamento local? ou, já colocou a hipótese de comprar um imóvel para arrendar?

Numa altura em que as taxas de juro se têm apresentado baixas e os mercados financeiros voláteis, o investimento em imobiliário tem vindo a mostrar-se uma aplicação alternativa bastante interessante. Por outro lado, tem sido, também, uma forma de diversificar a carteira de investimentos.

Se estiver a equacionar comprar ou vender um imóvel de rendimento é importante saber quais são os fatores que conduzem à sua valorização.

Se este assunto lhe interessa, criámos recentemente o Curso de Avaliação de Imóveis de Rendimento, em regime de e-learning, direcionado para agentes imobiliários, peritos avaliadores, proprietários de imóveis de arrendamento, proprietários de alojamentos locais e investidores.

Será o alojamento local um bom investimento?

Nos últimos anos Portugal viu crescer de forma vigorante o número de alojamentos locais. Esta atividade deixou de ser exclusiva das zonas costeiras do nosso país e estendeu-se, principalmente, a cidades como Lisboa e Porto. Portugal acompanha, numa posição de destaque, uma tendência internacional. Houve-se falar que Portugal está na moda e os World Travels Awards conquistados fazem disso prova. ​​​​​​Portugal foi eleito, pela segunda vez consecutiva, o Melhor Destino Turístico do Mundo.

O turismo começa a ser apelidado da “galinha dos ovos de ouro” e os números favorecem esta qualificação: o turismo representa atualmente, em Portugal, 13,7% do PIB.

Entretanto, algumas notícias sugerem que começou o abrandamento deste setor. Em seis meses foram cancelados quase dois mil registos de alojamento locais e os especialistas consideram que o número é “conservador”, pois há quem tenha cessado a exploração mas não fez o cancelamento do registo por causa das mais-valias.

Em 2017 a Proteste Investe já havia colocado algumas reservas ao interesse do investimento nesta atividade concluindo que a rendibilidade poderia não compensar o risco do negócio.

A pertinência da questão renasce: será o alojamento local um bom investimento?

Procurar uma resposta universal a esta questão será certamente um exercício fútil. Cada operação de investimento tem as suas caraterísticas próprias e são afetadas por múltiplos fatores. Para analisar a viabilidade de um investimento em alojamento local, tal como para qualquer outra atividade económica, é preciso fazer um plano de negócio.

O sucesso de uma operação de investimento não é uma questão de sorte. As estatísticas não favorecem o entusiasmo inicial no momento da criação das empresas. Nos últimos 10 anos, em Portuga,l apenas 50% das empresas que foram criadas neste período, atingiram o seu segundo aniversário. Portanto, não se esqueça, quem não planeia, planeia falhar!

Se está a pensar criar um negócio, seja ele qual for, fica o conselho: faça primeiro um plano de negócio. Se precisar de formação nesta área veja os nossos cursos práticos com recursos pedagógicos exclusivos:

1. Análise de Investimentos em Reabilitação de Edifícios Urbanos, e

2.  Elaboração de Planos de Negócio.

O primeiro curso tem como objetivo habilitar os formandos a analisar a viabilidade económica e financeira de investimentos em edifícios urbanos para alojamento local e a desenvolverem o respetivo plano de negócio de modo a aumentarem a probabilidade de êxito do investimento.

O segundo curso destina-se a todos aqueles que pretendam criar um negócio, independentemente da atividade, aprendendo a elaborar planos de negócio com intuito de aumentar a probabilidade de êxito.

Se já está a exercer a atividade de alojamento local veja, também, o nosso Curso Painel de Bordo para Alojamento Local.

Curso Painel de Bordo para Alojamento Local

Durante o mês de maio frequenta o nosso Curso Painel de Bordo para Alojamento Local (E-learning) com um desconto de 30%. Só durante o mês de maio, limitado a 10 vagas.

No conforto do teu lar, sem preocupações de deslocações e horários, aprende a utilizar um painel de bordo como instrumento de controlo de gestão, produzindo informação e compreendendo o seu significado de modo a obter utilidade na gestão de alojamentos locais. É também, uma forma bastante interessante de aprender “Finanças para não Financeiros”.

Recursos pedagógicos incluídos:

  • Manual Painel de Bordo para Alojamento Local
  • Programa em Microsoft Excel automatizado para produzir o painel de bordo

Após inscrição/pagamento o curso fica disponível durante 30 dias. Este período garante o seu ajustamento à medida da disponibilidade de cada participante.

Podes ver o vídeo de apresentação do curso através do seguinte link: 

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